Eu e meu amor

Eu e meu amor
Amor

Ser ou não ser eis a questão?

Ainda em tempos modernos, nos questionamos quem somos e se somos alguém... Somos alguém que amamos e somos amados... Então somos alguém quando amamos e somos amados...

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domingo, 20 de dezembro de 2009

Auto Estima

A auto estima é um direito de todos. De todos que querem viver e ser feliz. São os nossos pensamentos que dão origem aos nossos sentimentos, emoções e ações... Então, se pensarmos assim: sou muito valioso para mim mesmo, tenho o direito de honrar as minhas necessidades e vontades e de considerá-las importantes. Não estamos nesse mundo para corresponder as expectativas alheias, sou capaz de ser amada, admirável e respeitada por aqueles que amo, mereço ser tratada com respeito e gentileza. "Se alguém de quem não gosto não corresponde aos meus sentimentos, pode ser decepcionante e até doloroso, mas não reflete o meu valor pessoal, o meu eu, quem eu sou... Mereço a felicidade, sou capaz de me recuperar de uma derrota... tenho o direito de cometer erros e aprender com eles... Auto-desenvolvimento e auto-satisfação são objetivos apropriados para mim... Assim, preciso viver consciente dos meu interesses, valores, necessidades e objetivos e desta forma, minha vida funcionará melhor. Não preciso fugir ou rejeitar os meus erros. Preciso compreender o contexto maior em que vivo e atuo. Para manter-me ativa perante a vida, expandindo a minha mente, o meu conhecimento e o meu eu. Portanto, quanto mais eu me conhecer e me compreender, melhor será a vida criada por mim e eu me sentirei realizada. Se quero vencer, preaciso aprender como alcançar meus objetivos, colocar em prática as minhas ações e vontades. Eu me aceito como sou, estou do meu lado, aceito meus sentimentos e emoções, bem como a realidade, mesmo que eles me doam e eu não concorde com eles no momento. Eu os aceito, eles fazem parte de mim e por isso não vou fugir deles. Porque não são os meus problemas que me definem com pessoa e sim como eu os resolvo. Eu sou responsável pelos meus atos e ações, pela minha consciência, pelos meus relacionamentos e pela minha felicidade. No sentido mais amplo, sou eu quem decido que eu sou e depende de mim e das minhas escolhas. Aceito minhas companhias, minha solidão, minha condição... Ou seja, aceito que ninguém virá para acertar a minha vida, salvar-me das minhas perdas, dívidas ou dificuldades. Ninguém a não ser eu mesma virá para consertar a minha infância, resgatar-me das consequências de meus atos vividos e mal vividos até aqui... Posso sim, ser ajudado, por um terapeuta, um amigo, um familiar... Mas, ninguém vai poder fazer por mim o que só eu posso. De um modo geral, tenho o direito de expressar-me de defender minhas convicções, de considerar importantes meus sentimentos e valores. Porque estes servem aos meus interesses, para eu me auto afirmar e para que os outros saibam quem eu sou. POis cada vez mais, estou atenta a minha realidade de forma consciente. Vale mais minha auto-estima que traí-la por qualquer recompensa imediata. Alguns trechos foram usados do autor Nathaniel Brander.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Sobre nos amar

O que significa amar, ser feliz, sentir prazer, querer viver? Significa sentir-me viva. Experimentar o prazer, o amor e a felicidade. Sentir que minhas relações com o mundo tem mais sentido, ter plena convicção da minha existência e da minha missão no mundo. De repente caí em mim que nem tudo são flores, é colorido ou vale a pena ser vivido... E então, percebo que ainda sim posso buscar sentido, ressignificado ou respostas as questões filosofais da vida sobre ser feliz: que você deve amar, ser feliz e sentir-se realizada. Mas nem sempre consigo isso. E é nesse momento de sofrimento que posso perceber que ainda sim, possso amar, ser feliz e sentir-me viva. Na verdade, ter auto-estima por nós nos ajuda muito, poder rever as nossas crenças, reviver momentos que nos sentimos amadas ou não e continuar, sendo forte, inteligente e madura o suficiente para superar os momentos de crise e respeitar o outro, a vida, o destino e até quem sabe a morte... "Se tiver que ser, será"... Mas tem algo que li e acredito, segundo Luiz Gasparetto "Se ele ou ela não quer mais você, não force a barra. O outro tem todo o direito de não querer você. Não lute, não ligue, não faça escândalo. Se a pessoa está com dúvidas, o problema é dela. cabe a você esperar ou não. Tem gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto: ele hesita, vacila, tem medo... Mas se a pessoa realmente gostar, ela volta, então nada de drama... "E se a pessoa não voltar, ainda sim você pode amar, ser feliz e sentir-se viva... Como? Vivendo, se abrindo as novas experiências do mundo... Afinal, tem certos obstáculos em nossa vida, que nos fortalecem, nos preparam para momentos realmente importantes e imortais... E é só vivendo para crer...

sábado, 12 de dezembro de 2009

Sentimentos e Emoções

O ser humano vive uma mescla de sentimentos e emoções constantemente, as vezes sem percebê-los. Os sentimentos nos dizem se o que estamos experimentando é alegre, triste, ameaçador, doloroso, etc... Assim, nos tornamos humanos. São através dos sentimentos que vivemos e nos conscientizamos do mundo. Na verdade, os sentimentos tem uma linguagem própria e é a maneira pela qual nos relacionamos conosco mesmos e com os outros. Parafraseando David Viscott "Quando perdemos contato com nossos sentimentos, perdemos contato com nossas qualidades mais humanas". A emoção exige explicações muito mais amplas do que as que são possíveis pela reflexão consciente sobre a situação. Uma determinada situação pode emergir sentimentos diferentes em cada pessoa e, em algumas, pode mudar de uma hora para outra. Então, a causa de uma emoção pode ser muito diferente das razões que oferecemos a nós mesmos e aos outros como justificativa para o fato. Já sabemos que observadores externos avaliam com uma exatidão muito maior o verdadeiro estado emocional de uma pessoa do que ela mesma. Bom, segundo Joseph LeDoux "As emoções as vezes podem ser confusas"... "... A avaliação do significado emocional dos acontecimentos em nossa vida e a expressão de condutas emocionais como resposta a essas avaliações, não dependem da consciência ou mesmo dos processos aos quais temos necessariamente acesso consciente". A verdadeira causa de uma emoção não são necessariamente estímulos presentes num dado momento, mas sim a interação destes e de um histórico causal armazenado na memória. Por exemplo, quando um pai explode com seu filho sem racionalizar a intensidade de seu comportamento, ele pode justificar dizendo que o filho estava errado, mas seu descontrole, em grande parte, pode ser devido a um dia difícil ou mesmo em relação ao tratamento que ele recebeu dos pais dele. E é nesse momento, que eu digo, que não temos plena consciência dessas outras influências. O interessante é que todos podemos aprender a guiar as nossas emoções de forma criativa, quando consciente delas. Quando aprendemos a controlar nossas emoções, estamos sendo fiéis ao Eu verdadeiro que desejamos expressar. Podemos fazer as opções corretas, seguirmos com a nossa vida, em vez de sermos atrapalhados ou imobilizados pelos nossos altos e baixos emocionais.