A auto estima é um direito de todos. De todos que querem viver e ser feliz. São os nossos pensamentos que dão origem aos nossos sentimentos, emoções e ações... Então, se pensarmos assim: sou muito valioso para mim mesmo, tenho o direito de honrar as minhas necessidades e vontades e de considerá-las importantes. Não estamos nesse mundo para corresponder as expectativas alheias, sou capaz de ser amada, admirável e respeitada por aqueles que amo, mereço ser tratada com respeito e gentileza. "Se alguém de quem não gosto não corresponde aos meus sentimentos, pode ser decepcionante e até doloroso, mas não reflete o meu valor pessoal, o meu eu, quem eu sou... Mereço a felicidade, sou capaz de me recuperar de uma derrota... tenho o direito de cometer erros e aprender com eles... Auto-desenvolvimento e auto-satisfação são objetivos apropriados para mim... Assim, preciso viver consciente dos meu interesses, valores, necessidades e objetivos e desta forma, minha vida funcionará melhor. Não preciso fugir ou rejeitar os meus erros. Preciso compreender o contexto maior em que vivo e atuo. Para manter-me ativa perante a vida, expandindo a minha mente, o meu conhecimento e o meu eu. Portanto, quanto mais eu me conhecer e me compreender, melhor será a vida criada por mim e eu me sentirei realizada. Se quero vencer, preaciso aprender como alcançar meus objetivos, colocar em prática as minhas ações e vontades. Eu me aceito como sou, estou do meu lado, aceito meus sentimentos e emoções, bem como a realidade, mesmo que eles me doam e eu não concorde com eles no momento. Eu os aceito, eles fazem parte de mim e por isso não vou fugir deles. Porque não são os meus problemas que me definem com pessoa e sim como eu os resolvo. Eu sou responsável pelos meus atos e ações, pela minha consciência, pelos meus relacionamentos e pela minha felicidade. No sentido mais amplo, sou eu quem decido que eu sou e depende de mim e das minhas escolhas. Aceito minhas companhias, minha solidão, minha condição... Ou seja, aceito que ninguém virá para acertar a minha vida, salvar-me das minhas perdas, dívidas ou dificuldades. Ninguém a não ser eu mesma virá para consertar a minha infância, resgatar-me das consequências de meus atos vividos e mal vividos até aqui... Posso sim, ser ajudado, por um terapeuta, um amigo, um familiar... Mas, ninguém vai poder fazer por mim o que só eu posso. De um modo geral, tenho o direito de expressar-me de defender minhas convicções, de considerar importantes meus sentimentos e valores. Porque estes servem aos meus interesses, para eu me auto afirmar e para que os outros saibam quem eu sou. POis cada vez mais, estou atenta a minha realidade de forma consciente. Vale mais minha auto-estima que traí-la por qualquer recompensa imediata. Alguns trechos foram usados do autor Nathaniel Brander.
domingo, 20 de dezembro de 2009
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